segunda-feira, 9 de junho de 2008
sábado, 31 de maio de 2008
Cavaco Silva põe a Hipótese de Mudar o Regime Politico em Portugal

Discurso:
Estou de facto muito Impressionado com os Reis da Noruega, e a pedido da minha Esposa Maria Cavaco Silva, estou seriamente a pensar em mudar o regime em Portugal. Assim eu seria Sua Majestade el- Rei da República Portuguesa D. Aníbal Cavaco Silva I e a Sua Majestade a Rainha Maria Cavaco Silva, assim começaria a V dinastia, a Dinastia Cavaquista. E até ja pensei na Bandeira nacional do Reino Da República Portuguesa.
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o MNE muda o regime do Luxemburgo de Monárquico para Republicano

No Nepal foi formalmente abolida a Monarquia de 240 anos...segundo os jornalistas portugueses.Confundem Monarquia com respectivas dinastias.Jornaleirismo.Vem aí uma republica de pendor Maoista,a ver vamos se daqui a meia duzia de anos ainda andam na rua a comemorar.Cada povo tem os regimes que merece.Já por outro lado,o republicanismo em Tugal é tão hard-core...que...dão-se ao luxo de destituir monarquias estrangeiras e tudo.Passo a explicar...o Luxemburgo...é um GRÃO-DUCADO...cuja chefia de estado monárquica está entregue a um GRÃO-DUQUE...Henrique de seu nome.Ora o nosso ministério dos negócios estrangeiros decidiu destronar o GRÃO-DUQUE e instaurar a republica luxemburguesa.Somos os maiores.Força Portugal vamos ganhar o ério.
Razões para ser Monárquico, por Mário Neves
Razões de ser Monárquico.
1. De natureza política
- o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos ou forças políticas, e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário;
2. De natureza histórica
– a Chefia de Estado sendo efectuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do Chefe de Estado como do Povo;
3. De competência
- o Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é, desde o início, totalmente vocacionada para o exercício da Chefia do Estado;
4. De natureza Comunicacional/Institucional
- a permanência no cargo de Chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projecção da imagem do País em todo o mundo;
5. De natureza ética e moral
– o Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais;
6. De natureza patrimonial cultural
– tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo património arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional.
7. De natureza sentimental/emocional
- O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia;
8. É o único regime que faculta ao Estado a religião
-[no caso português a]Católica Apostólica Romana; o Regime monárquico prevê, contudo, a liberdade religiosa individual dos cidadãos;
9. De natureza diplomática
– numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita;
10. Sustentabilidade da Paz
– eventuais casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais;
11. Despesa da Chefia do Estado
- A Monarquia pesa menos no Orçamento de Estado que a república. Na Monarquia não existem Chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem a fatia orçamental que o Parlamento decidir;
12. Carisma
– o carisma é uma particularidade subjectiva, inconcreta e imaterial, mais vezes associada a elementos das Casas Reais;
13. Positividade
- Ao contrário do republicano, ser monárquico é um sentimento positivo. O republicano não é muitas vezes republicano mas antimonárquico ou seja, “eu não posso ser Rei, portanto, ninguém poderá ser…”. O monárquico aceita o Rei, pela sua naturalidade e a Nação como Família;
14. Plenitude de legitimação
– a aclamação do Rei é uma manifestação de comunhão geral da natureza política.
Fonte : Somos Portugueses
1. De natureza política
- o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos ou forças políticas, e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário;
2. De natureza histórica
– a Chefia de Estado sendo efectuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do Chefe de Estado como do Povo;
3. De competência
- o Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é, desde o início, totalmente vocacionada para o exercício da Chefia do Estado;
4. De natureza Comunicacional/Institucional
- a permanência no cargo de Chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projecção da imagem do País em todo o mundo;
5. De natureza ética e moral
– o Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais;
6. De natureza patrimonial cultural
– tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo património arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional.
7. De natureza sentimental/emocional
- O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia;
8. É o único regime que faculta ao Estado a religião
-[no caso português a]Católica Apostólica Romana; o Regime monárquico prevê, contudo, a liberdade religiosa individual dos cidadãos;
9. De natureza diplomática
– numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita;
10. Sustentabilidade da Paz
– eventuais casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais;
11. Despesa da Chefia do Estado
- A Monarquia pesa menos no Orçamento de Estado que a república. Na Monarquia não existem Chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem a fatia orçamental que o Parlamento decidir;
12. Carisma
– o carisma é uma particularidade subjectiva, inconcreta e imaterial, mais vezes associada a elementos das Casas Reais;
13. Positividade
- Ao contrário do republicano, ser monárquico é um sentimento positivo. O republicano não é muitas vezes republicano mas antimonárquico ou seja, “eu não posso ser Rei, portanto, ninguém poderá ser…”. O monárquico aceita o Rei, pela sua naturalidade e a Nação como Família;
14. Plenitude de legitimação
– a aclamação do Rei é uma manifestação de comunhão geral da natureza política.
Fonte : Somos Portugueses
D. Duarte é aclamado Rei pela imprensa Estrageira

6 months ago: Portuguese King Duarte Nuno Braganca and Queen Isabel de Heredia arrive at the 100th anniversary gala of the International Sailing federation, on the outskirts of Lisbon November 5, 2007.
http://www.daylife.com/photo/039C6s62T123D
domingo, 25 de maio de 2008
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