segunda-feira, 9 de junho de 2008
sábado, 31 de maio de 2008
Cavaco Silva põe a Hipótese de Mudar o Regime Politico em Portugal

.png)
o MNE muda o regime do Luxemburgo de Monárquico para Republicano

Razões para ser Monárquico, por Mário Neves
1. De natureza política
- o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos ou forças políticas, e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário;
2. De natureza histórica
– a Chefia de Estado sendo efectuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do Chefe de Estado como do Povo;
3. De competência
- o Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é, desde o início, totalmente vocacionada para o exercício da Chefia do Estado;
4. De natureza Comunicacional/Institucional
- a permanência no cargo de Chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projecção da imagem do País em todo o mundo;
5. De natureza ética e moral
– o Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais;
6. De natureza patrimonial cultural
– tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo património arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional.
7. De natureza sentimental/emocional
- O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia;
8. É o único regime que faculta ao Estado a religião
-[no caso português a]Católica Apostólica Romana; o Regime monárquico prevê, contudo, a liberdade religiosa individual dos cidadãos;
9. De natureza diplomática
– numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita;
10. Sustentabilidade da Paz
– eventuais casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais;
11. Despesa da Chefia do Estado
- A Monarquia pesa menos no Orçamento de Estado que a república. Na Monarquia não existem Chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem a fatia orçamental que o Parlamento decidir;
12. Carisma
– o carisma é uma particularidade subjectiva, inconcreta e imaterial, mais vezes associada a elementos das Casas Reais;
13. Positividade
- Ao contrário do republicano, ser monárquico é um sentimento positivo. O republicano não é muitas vezes republicano mas antimonárquico ou seja, “eu não posso ser Rei, portanto, ninguém poderá ser…”. O monárquico aceita o Rei, pela sua naturalidade e a Nação como Família;
14. Plenitude de legitimação
– a aclamação do Rei é uma manifestação de comunhão geral da natureza política.
Fonte : Somos Portugueses
D. Duarte é aclamado Rei pela imprensa Estrageira

6 months ago: Portuguese King Duarte Nuno Braganca and Queen Isabel de Heredia arrive at the 100th anniversary gala of the International Sailing federation, on the outskirts of Lisbon November 5, 2007.
http://www.daylife.com/photo/039C6s62T123D
domingo, 25 de maio de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Linha de Sucessão ao trono de Portugal
A Casa Real Portuguesa tem regras de protocolo estabelecidas na constituição monárquica (Carta Constitucional de 1826) bem como as leis anteriormente estabelecidas que confere a honra de Alteza Real (príncipe) aos membros na linha imediata e directa de sucessão e Alteza (infantado) aos filhos secundogénitos e irmãos da Coroa.
O título dos Reis de Portugal era oficialmente: «Rei de Portugal e Algarves D'Aquém e D'Além Mar em África, Senhor da Guiné» (em latim: Rex Portugaliae & Algarbiorum citra & ultra Mare in Africa, Dominus Guineae).
Para se ser rei de Portugal é necessário ser-se de naturalidade portuguesa, católico e descendente da rainha D. Maria II (Carta Constitucional) ou de D. João VI (Carta Constitucional, Constituição de 1822).
A ordem de sucessão segue os descendentes de D. Duarte Pio, depois os filhos de D. Duarte Nuno, seu pai, depois os filhos da infanta D. Adelaide, irmã de D. Duarte Nuno, e por fim os Duques de Loulé, descendentes, por via materna, de D. João VI.
Linha de sucessão ao trono português (2008)
Sua Alteza Real, o Príncipe D. Afonso de Santa Maria de Bragança, intitulado 9º Príncipe da Beira e 20º Duque de Barcelos (n. 1996).
Sua Alteza, o Sereníssimo Infante D. Dinis de Santa Maria de Bragança, intitulado 4º Duque do Porto (n. 1999).
Sua Alteza, a Sereníssima Infanta D. Maria Francisca Isabel de Bragança (n. 1997).
Sua Alteza, o Sereníssimo Infante D. Miguel de Bragança, intitulado 6º Duque de Viseu (n. 1946).
Sua Alteza, o Sereníssimo Infante D. Henrique de Bragança, intitulado 4º Duque de Coimbra (n. 1949).
Sua Alteza, a Infanta D. Maria Adelaide de Bragança (n. 1912), filha mais nova do Senhor D. Miguel de Bragança, casada com o Dr. Nicolaas Johannes Maria van Uden.
Adriano Sérgio de Bragança van Uden, filho de Maria Adelaide de Bragança
Pedro Maria de Sousa e Menezes van Uden, filho do anterior
Mariana de Sousa e Meneses van Uden, filha do anterior
Ana Rita de Sousa Menezes de Bragança van Uden, filha do anterior
Nuno Miguel de Bragança van Uden, filho de Maria Adelaide de Bragança
Miguel Maria Bonneville van Uden, filho do anterior
Nuno de Santa Maria Bonneville van Uden, filho do anterior
Mafalda Maria Bonneville van Uden, filha do anterior
Ana do Carmo Maria Bonneville van Uden, filha do anterior
Francisco Xavier Damiano de Bragança van Uden, filho de Maria Adelaide de Bragança
Afonso Miguel Maria Gil de Braganca van Uden, filho do anterior
Henrique Maria Gil de Bragança van Uden, filho do anterior
João Maria Gil de Bragança van Uden, filho do anterior
Maria Francisca Gil de Braganca van Uden, filha do anterior
Miguel Inácio de Bragança van Uden, filho de Maria Adelaide de Bragança
Sebastião Dentinho Van Uden, filho do anterior
Catarina Dentinho van Uden, filha do anterior
Francisco Côrrea de Sá, filho de Catarina Dentinho
Inês Dentinho van Uden, filha do anterior
Filipa Teodora de Bragança van Uden, filha de Maria Adelaide de Bragança
Nuno Gregório van Uden Fontes, filho do anterior
Francisco Maria van Uden Fontes, filho do anterior
Diana van Uden de Atouguia Fontes, filha do anterior
Maria Teresa de Bragança van Uden, filha de Maria Adelaide de Bragança
Francisco Maria de Bragança van Uden Chaves, filho do anterior
Xavier Maria de Bragança van Uden Chaves, filho do anterior
Miguel de Bragança van Uden Chaves, filho do anterior
Rodrigo de Bragança van Uden Chaves, filho do anterior
Dom Pedro José Folque de Mendoça Rolim de Moura Barreto, 6.º Duque de Loulé
Dom Henrique Nuno Vaz Pinto de Mendonça, herdeiro presuntivo do Ducado de Loulé
Dona Helena Vaz Pinto de Mendonça, irmã do anterior
Dom Henrique Nuno de Mendoça, irmão do actual duque
Dom Maria Cardoso de Mendoça, filha do anterior
Dom Filipe Alberto de Mendoça, 3º Conde do Rio Grande
Linha de sucessão ao trono português à data da Proclamação da República (1910)
Sua Majestade, El Rei D. Manuel II, Duque de Beja
Sua Alteza, o Infante D. Afonso, Duque do Porto
Sua Alteza, a Infanta D. Antónia de Bragança, princesa-viúva de Hohenzollern-Sigmaringen
Os Reis de Bragança

Cognome(s):
O Restaurador
Início do Reinado:
1 de Dezembro de 1640
Término do Reinado:
6 de Novembro de 1656
Aclamação:
Lisboa, Portugal, 15 de Dezembro de 1640
Predecessor:
Filipe III
Sucessor:
D. Afonso VI
Pai:
D. Teodósio, 7.º Duque de Bragança
Mãe:
D. Ana de Velasco y Girón
Data de Nascimento:
19 de Março de 1604
Local de Nascimento:
Vila Viçosa, Paço Ducal
Data de Falecimento:
6 de Novembro de 1656
Local de Falecimento:
Lisboa, Palácio da Ribeira
Local de Enterro:
Panteão dos Braganças, Mosteiro de São Vicente de Fora, Lisboa
Consorte(s):
D.Luísa de Gusmão
Príncipe Herdeiro:
Príncipe D.Teodósio,Duque de Bragança (filho)
Príncipe D.Afonso,Duque de Bragança(filho)
Dinastia:
Bragança

Monarca de Portugal
25.º Monarca de Portugal
Cognome(s):
O Reformador
Início do Reinado:
31 de Julho de 1750
Término do Reinado:
24 de Setembro de 1777
Aclamação:
Lisboa, 8 de Setembro de 1750
Predecessor:
D. João V
Sucessor:
D.Maria I
Pai:
D. João V
Mãe:
D. Maria Ana de Áustria
Data de Nascimento:
6 de Junho de 1714
Local de Nascimento:
Lisboa,Palácio da Ribeira, Portugal
Data de Falecimento:
24 de Setembro de 1777
Local de Falecimento:
Real Barraca, Lisboa, Portugal
Local de Enterro:
Panteão dos Braganças, Mosteiro de São Vicente de Fora, Lisboa
Consorte(s):
D.Mariana Vitória de Bourbon, Infanta de Espanha
Príncipe Herdeiro:
Princesa D.Maria (filha)
Dinastia:
Bragança

D. Carlos I, rei de Portugal
Ordem:
35.º Monarca de Portugal
Cognome(s):
O Diplomata ou O Martirizado
Início do Reinado:
19 de Outubro de 1889
Término do Reinado:
1 de Fevereiro de 1908
Aclamação:
Palácio de São Bento,
Câmara dos Deputados,1889
Predecessor:
D. Luís I
Sucessor:
D. Manuel II
Pai:
D. Luís I
Mãe:
D. Maria Pia
Data de Nascimento:
28 de Setembro de 1863
Local de Nascimento:
Palácio da Ajuda, Lisboa
Data de Falecimento:
1 de Fevereiro de 1908
Local de Falecimento:
Terreiro do Paço, Lisboa
Local de Enterro:
Panteão dos Braganças, Mosteiro de São Vicente de Fora, Lisboa
Consorte(s):
D. Amélia de Orleães
Princesa de França
Príncipe Herdeiro:
D. Luís Filipe (filho)
Dinastia:
Bragança

Monarca de Portugal
D. Manuel II, Rei de Portugal
Ordem:
36.º Monarca de Portugal
Cognome(s):
O Patriota ou O Desventurado
Início do Reinado:
1 de Fevereiro de 1908
Término do Reinado:
5 de Outubro de 1910
Aclamação:
Palácio de São Bento, Câmara dos Deputados,
6 de Maio de 1908
Predecessor:
D. Carlos I
Sucessor:
República
(Na Casa Real foi sucedido por D. Duarte Nuno de Bragança)
Pai:
D. Carlos I
Mãe:
D. Amélia de Orleães
Data de Nascimento:
15 de Novembro de 1889
Local de Nascimento:
Palácio de Belém, Lisboa, Portugal
Data de Falecimento:
2 de Julho de 1932
Local de Falecimento:
Fulwell Park, Twickenham, Inglaterra
Local de Enterro:
Panteão dos Braganças, Mosteiro de São Vicente de Fora, Lisboa
Consorte(s):
D. Augusta Vitória de Hohenzollern-Sigmarigen
Príncipe Herdeiro:
D. Afonso Henriques de Bragança, Duque do Porto (tio)
Dinastia:
Bragança
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Será D. Duarte Pio Princípe de Portugal ou Brasil

terça-feira, 15 de abril de 2008
Quem sera o verdadeiro descendente ao Trono?


sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
As reformas de M**** deste governo
Portugueses Burros, Espanhóis Espertos

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
A República tem de acabar!

Monarquia Volta estás perdoada!
_svg.png)
Monarquia volta estás Perdoada!





